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Dr. Adler Pereira – Nefrologista em Campinas – SP


Você já sabe que os rins são os grandes filtros do nosso corpo. Com certeza, também sabe que a urina carrega as impurezas de nosso organismo para o meio externo, mantendo, assim, o equilíbrio fundamental para nossa saúde. O Nefrologista é justamente o médico especialista responsável pela saúde desses órgãos e do sistema urinário como um todo. Nossa atuação está voltada, principalmente, para a prevenção de doenças renais graves, protegendo sua função renal para garantir a qualidade de vida a longo prazo.

Procurando um Nefrologista em Campinas?

O dr. Adler Pereira é médico Nefrologista, com residências médicas em Nefrologia e Clínica Médica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), situado na cidade de Campinas SP. Apresenta foco de atuação na área de Nefrologia Clínica, com atendimento direcionado para adultos, com consultas presenciais e por telemedicina.

Dr. Adler Pereira, nefrologista em Campinas

O Dr. Adler Pereira tem atendido no cuidado de pacientes em ambientes intra-hospitalares e ambulatoriais, como atendimentos em clínicas de diálise e em consultas médicas particulares. Ainda, possui experiência de ter coordenado serviços hospitalares de Nefrologia na região de Campinas e clínicas de diálise na região de Campinas.

Em seu atendimento, o Dr. Adler Pereira prioriza oferecer uma medicina pautada na excelência, a partir de uma avaliação médica dedicada ao histórico do paciente, visando precisão no diagnóstico e um plano de tratamento individualizado. Para tanto, acredita na conexão com o paciente como um pilar fundamental para o bom atendimento médico. Em sua prática clínica, tem a vivência de lidar com pacientes temerosos com a evolução da Doença Renal Crônica. Por isso, o Dr. Adler valoriza o acolhimento ao paciente e sua família por meio de uma escuta ativa e esclarecimento detalhado sobre o quadro clínico.

Dr. Adler Pereira, Nefrologista em Campinas

Como objetivo, o Dr. Adler busca conciliar empatia e excelência médicas em favor do melhor resultado clínico para o seu paciente.

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Quais são as principais áreas de atuação da Nefrologia?

  • Nefrologia Clínica: atua em diversos ambientes, como consultórios e enfermarias. Foco principal na prevenção de Doença Renal Crônica e no seu tratamento. Cuida de pacientes com doenças como:
    • Pressão alta (hipertensão arterial sistêmica);
    • Diabetes (diabetes mellitus tipos 1 e 2);
    • Doença Renal Crônica;
    • Doenças dos Glomérulos (inflamações nos filtros dos rins);
    • Infecção urinária (pielonefrites, prostatites, cistites)
    • Entupimento das artérias dos rins (doença renovascular);
    • Pedras nos rins (cálculos renais);
    • Defeitos de formação dos rins (malformações renais);
    • Doenças genéticas dos rins;
    • Doenças dos ossos associadas aos rins (doença mineral óssea da doença renal crônica);
    • Acidez no sangue (acidose metabólica);
    • Desequilíbrios de sais minerais e acidez no sangue (alterações perigosas nos níveis de potássio, sódio, magnésio e bicarbonato)
    • Excesso de cálcio na urina (hipercalciúria), grande causador de pedras nos rins e osteoporose;


Você possui diabetes ou hipertensão? Notou alguma alteração em exames recentes? Seu médico disse que você precisa seguir com um nefrologista? Não espere os sintomas aparecerem! Se você busca um nefrologista em Campinas, [clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação.

  • Transplante Renal: atua no cuidado de pacientes com rins transplantados (isto é, recebidos ou de um doador vivo ou de um doador falecido). Diariamente, trata de complicações do transplante, como infecções, diabetes pós-transplante, hiperparatireoidismo pós-transplante, entre outros. Seu objetivo é a preservação do transplante renal (chamado de enxerto) pelo maior tempo possível, com qualidade de vida para o paciente.
  • Terapias Renais Substitutivas: atua geralmente em centros de diálise. Prescreve terapias que limpam o sangue das toxinas que não são removidas na doença renal crônica avançada – as diálises. São exemplos de diálises:
    • Diálise peritoneal: feita com um cateter no abdome (conhecido como cateter de Tenckhoff), é uma terapia onde o paciente, em casa, administra a diálise, com trocas de solução de diálise sendo feitas ou por uma máquina ou de forma manual.
    • Hemodiálise: feita com diferentes acessos (fístula arteriovenosa e cateteres venosos centrais), é uma terapia realizada principalmente em clínicas de diálise, através de uma equipe especializada multidisciplinar (com médicos, enfermeiros, técnicos, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas), onde o sangue é limpado através de um filtro externo, conhecido como dialisador.
    • Hemodiafiltração: semelhante à hemodiálise, a hemodiafiltração aplica um segundo mecanismo de limpeza de sangue através do filtro externo – a convecção. Neste método, o sangue é limpado de uma forma onde toxinas muito difíceis de serem removidas pela hemodiálise saem em maior quantidade.
  • Cuidados Paliativos em Nefrologia: para pacientes muito frágeis (como idosos com doenças avançadas, ou idade muito avançada), em que o início de diálise não traria benefícios clínicos, o foco passa a ser o conforto e o bem-estar do paciente. O nefrologista passa, então, a atuar visando o alívio de sintomas, buscando garantir a máxima qualidade de vida ao paciente, respeitando sua dignidade como ser humano.
  • Nefrologia Crítica: atua principalmente em hospitais, em ambientes de pronto-socorro, enfermarias e unidades de tratamento intensivo (as UTIs). Seu foco é no manejo de condições clínicas que fazem a função dos rins piorar de forma rápida (como infecções graves, grandes cirurgias, situações graves, como infartos, entre outros). Pode prescrever formas de diálise para salvar pacientes que estão sem os rins funcionarem.

A nefrologia viu, nos últimos anos, grandes inovações técnicas, como novas terapias de limpeza do sangue, novas formas de imunossupressão para tratar doenças da imunidade que atacam o rim e novas soluções em diálise peritoneal. Além disso, novos medicamentos entraram no mercado brasileiro com a capacidade comprovada de afastar o paciente renal de diálise por muitos anos. Por isso, a busca constante por atualização científica é fundamental para o Nefrologista, sempre conciliando a precisão técnica com um atendimento humano e acolhedor.

Na prática clínica, o nefrologista também precisa dialogar de perto com as outras especialidades que cuidam de você, sejam elas cirúrgicas (como a Urologia e a Cirurgia Oncológica) ou clínicas (como a Cardiologia, Endocrinologia e Reumatologia). Quem convive com problemas renais frequentemente precisa de cuidados complexos. Nosso papel é ter uma visão integral do seu corpo, respeitando sua individualidade e garantindo que todos os seus tratamentos caminhem na mesma direção.

Nefrologista em atendimento ambulatorial


Quando devo buscar um Nefrologista?

Doenças renais têm uma característica muito perigosa: em muitos casos, elas são silenciosas, sem causar sintomas que permitam o seu tratamento precoce. Outro fator que dificulta o tratamento destas doenças é que alguns sinais laboratoriais não costumam ser interpretados como vindos de uma doença renal (como proteína na urina, leucócitos na urina, hemácias na urina). Desta maneira, você não deve negligenciar os sinais de alarme que o seu corpo dá.

Veja abaixo quando você deve buscar um Nefrologista:

  • Pessoas com diabetes, com complicações conhecidas da doença: o diabetes, principalmente a longo prazo, pode levar a complicações em diversos órgãos como:
  1. Os olhos (doença conhecida como retinopatia diabética), levando a cegueira (que pode ser súbita ou ao longo de anos);
  2. Os nervos dos membros, principalmente nas pernas (neuropatia diabética), com dor em queimação, formigamento, dormência, frequentemente levando o paciente a perder a sensibilidade dos pés;
  3. O estômago (gastroparesia diabética), levando a um atraso no esvaziamento deste, causando náuseas frequentes e sensação de que o estômago está muito cheio, mesmo comendo pouca comida;
  4. Os pés (pé diabético), onde pode causar diversas alterações, como distorção do formato do pé, perda da sensibilidade, formação de calos que podem perfurar, ou mesmo feridas de grandes dimensões que podem ser indolores ao paciente;
  5. O coração e o cérebro, onde aumenta, de forma considerável, o risco de desenvolver infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral;

Se você já tem evidência de complicações do diabetes em algum desses órgãos, saiba de um alerta importante: você está em alto risco de desenvolver Doença Renal do Diabetes. Esta é a principal causa de início de diálise no mundo inteiro!

Você possui diabetes? Seu médico já falou que você tem alterações em algum dos órgãos acima? Se sim, você precisa do acompanhamento de um nefrologista! [Clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação em Campinas.

  • Pacientes com pressão alta de difícil controle ou aqueles que podem ter alguma causa para a doença: algumas características de pacientes com pressão alta podem chamar atenção do médico nefrologista para o risco de desenvolvimento de doença renal. Veja:
    • Se você desenvolveu pressão alta antes dos 30 anos de idade, ou após os 60 anos;
    • Se tem pressão alta e um histórico de potássio baixo no sangue;
    • Se está em uso de 3 ou mais medicações para o controle da pressão alta;
    • Se você teve uma piora repentina da pressão arterial que era antes controlada;
    • Se já apresentou episódios de internação por pressão alta;
    • Se já tem doença na retina por pressão alta (retinopatia hipertensiva), coração grande/inchado por pressão alta (hipertrofia miocárdica/insuficiência cardíaca), sinais de entupimento dos vasos do pescoço ou da circulação do coração (aterosclerose);
    • Se possui o achado de um rim maior que o outro e pressão alta;

Nestas situações acima, a pressão alta apresenta maior chance de ser causada por alguma outra doença. Esta condição é conhecida, tecnicamente, como Hipertensão Arterial Sistêmica Secundária. De todas as causas para isto, a mais frequente é a Doença Renal Crônica. Importante: a pressão alta é a principal causa de início de diálise no Brasil!

Você possui pressão alta? Sabe como a pressão está afetando os seus rins no momento? Você sabia que os seus rins podem ser afetados pela pressão alta? Não espere os exames ficarem alterados! [Clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação em Campinas.

Nefrologista em acolhimento de um paciente em consultório
  • Pessoas com alterações nos exames de rotina:
    • Exames de sangue alterados:
      • Alteração na creatinina
      • Ureia
      • Potássio
      • Sódio
      • Fósforo
      • Bicarbonato
      • Hormônio da paratireoide (PTH)
    • Exames da urina alterados:
      • Cálcio urinário
      • Urina tipo I
      • Cultura de urina
      • Albumina urinária (microalbuminúria/macroalbuminúria)
      • Proteína urinária (proteinúria)
      • Glóbulos vermelhos com forma doente na urina (dismorfismo eritrocitário)
      • Sangue no exame de urina (hematúria microscópica)
      • Glóbulos brancos na urina (leucocitúria)
    • Exames de imagem alterados:
      • Achados que podem sugerir defeito na formação dos rins (malformações renais congênitas), ter apenas um rim (agenesia renal unilateral), rins unidos (rins em ferradura), rim inchado (hidronefrose), entupimento da saída de urina nos rins (estenose de junção ureteropiélica)
      • Sinais de doença crônica em um ou nos dois rins: redução no tamanho do rim, aumento da econgenicidade do rim no ultrassom, diminuição da espessura do parênquima renal, afilamento cortical, sinais de obstrução urinária (hidronefrose).

Seus exames de sangue vieram alterados? Seu médico falou que você precisa ser acompanhado por um nefrologista? Está em Campinas? Seus exames de urina sempre estão alterados e você não sabe a causa? Teve algum exame de imagem com achado estranho? [Clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação em Campinas.

  • Parentes de primeiro grau de alguém com Doença Renal Crônica: a genética é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças nos rins, frequentemente omitido.
  • Sinais e sintomas de doença renal que as pessoas ignoram: muitos sinais de Doença Renal Crônica são ignorados por anos, sempre acompanhados da crença de que “isso não é nada”. O corpo avisa com “alarmes”, inicialmente discretos, que podem vir a custar a saúde renal de forma irreversível:
    • Inchaço (edema): pode ser discreto, nos tornozelos, frequentemente ao final da tarde, após longos períodos em pé, viagens longas, ou no aumento de consumo de sal em uma refeição. Pode ser exuberante, tomando conta dos olhos, da face, das mãos, deformando a aparência de forma súbita;
    • Sangue na urina (hematúria macroscópica): geralmente, gera o espanto quando ocorre de forma intensa, com sangue vivo na urina de grande quantidade, usualmente com algum grau de dor nas costas. Contudo, pode ocorrer, também, de forma isolada, sem nenhuma causa, mudando a cor da urina para o tom de chá-mate. Pode ocorrer após um episódio de dor na garganta, como em um resfriado simples (hematúria sinfaringítica);
    • Dor nos rins (cólica renal): muitos pacientes convivem com dores nas costas, de intensidade variável (de leve a forte), acreditando que dores nos rins ocorrem sempre com intensidade muito forte, como em casos de dor por pedra nos rins (cálculo renal/cólica nefrética). No entanto, a dor renal, frequentemente associada a distensão da cápsula do órgão, pode ocorrer por tumores, compressões extrínsecas, cistos de grandes dimensões não diagnosticados previamente;
    • Espuma na urina (espumúria): este costuma ser o sinal mais negligenciado. Muitas pessoas passam anos observando a urina formar espuma no vaso sanitário e acreditam que isto pode ser um achado normal, ou associado a algum produto de limpeza utilizado no local. A espuma na urina é um achado associado a excreção de proteínas na urina. Logo, é muito importante consulta com um nefrologista neste caso.

Você já teve algum destes sintomas? [Clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação em Campinas.

  • Pessoas com doença renal policística: esta é a doença genética mais comum dos rins. Nesta doença, a mutação nos genes do pai ou da mãe leva a um risco de transmissão de 50% para a geração dos filhos, levando o risco do desenvolvimento da doença. Apesar de ser conhecida como uma doença renal, poucas pessoas sabem que esta doença pode se apresentar com o adoecimento de outros órgãos, como o fígado e o sistema nervoso central (aumenta o risco do desenvolvimento de aneurismas no cérebro). Apesar de ser uma doença de transmissão genética, alguns pacientes podem desenvolver uma mutação espontânea, e passar a ter a doença mesmo sem pai ou mãe portadores dos genes com mutação.
  • Pessoas com sinais de alarme de que o rim vai parar:
    • Perda de peso progressiva nas últimas semanas/meses;
    • Pessoas com náuseas frequentes, aversão a consumo de proteínas;
    • Coceira intensa;
    • Síndrome das pernas inquietas, insônia, ansiedade, soluços recorrentes;
    • Hálito de urina (halitose urêmica);
    • Falta de ar para atividades como andar, vestir-se, tomar banho (dispneia), falta de ar ao se deitar (ortopneia), acordar a noite com falta de ar (dispneia paroxística noturna).

Pessoas com sintomas como estes podem ser, entre outras causas, portadores de doença renal crônica muito avançada (final/terminal). Na presença destes sintomas, você deverá buscar o pronto-socorro.

  • Pessoas que têm doenças que geralmente levam a doenças renais: existem doenças sistêmicas que podem levar a doença nos rins. São algumas delas:
    • Pressão alta (hipertensão arterial sistêmica): níveis constantemente elevados da pressão arterial podem adoecer a circulação no interior dos rins, comprometendo as unidades de filtração dos rins;
    • Diabetes (diabetes mellitus tipos 1 e 2): o diabetes leva a uma inflamação desordenada dos rins, levando ao adoecimento dos vasos sanguíneos dos rins de forma irreversível, frequentemente levando a grande perda de proteína na urina;
    • Aumento da próstata (hiperplasia prostática benigna): conforme a próstata aumenta em homens envelhecendo, a urina encontra dificuldade cada vez maior para ser excretada, obstrução essa que é transmitida aos rins, com prejuízo do funcionamento destes órgãos a longo prazo;
    • Síndrome metabólica: esta doença é a consequência do acúmulo de gordura nas vísceras abdominais (obesidade visceral). É conhecida por se apresentar como a sobreposição de diversas doenças, como a pressão alta (hipertensão), o diabetes (diabetes mellitus), o colesterol alto (dislipidemia), o ácido úrico alto (hiperuricemia) e a gordura no fígado (esteatose hepática). Costuma causar diversos danos aos rins, desde doença renal crônica até pedras nos rins (nefrolitíase)
    • Mieloma múltiplo: doença do sangue associada à proliferação desordenada de plasmócitos, está geralmente associada a diversas formas de doença renal ao longo de sua evolução, sendo a doença renal crônica uma das suas principais complicações;
    • Infecção pelo HIV, pelo vírus da Hepatite B, pelo vírus da Hepatite C: infecções virais crônicas podem causar doenças nos rins tanto pela inflamação crônica como pelas medicações utilizadas no tratamento, que podem ter algum efeito tóxico sobre os rins (nefrotoxicidade);
    • Lúpus eritematoso sistêmico: doença da imunidade capaz de afetar qualquer parte do corpo humano, causando adoecimento dos rins de forma frequente. Sabe-se que pacientes com lúpus e doenças renais costumam ter quadros mais agressivos, precisando, assim, do seguimento conjunto do Reumatologista e do Nefrologista.


Você possui alguma destas doenças? Você teve alterações em seus exames de rotina? É parente de alguém que possui doença nos rins, que fez diálise ou fez transplante renal? [Clique aqui e converse com a nossa secretária pelo WhatsApp] para agendar sua avaliação em Campinas.

Encarte de rim estilizado


Cuidar dos rins é proteger o seu futuro e sua qualidade de vida

Espero que tenha ficado claro para você a importância de buscar um nefrologista. Como vimos, as doenças renais costumam ser silenciosas, avançando sem causar dor ou outros sinais que permitam seu tratamento precoce. Infelizmente, quando os sintomas aparecem, o quadro já pode estar avançado demais para um tratamento eficiente. No entanto, com o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico adequado, é possível proteger sua função renal, adiar ou até mesmo evitar a necessidade de diálise, buscando aquilo que é o mais importante: uma vida com autonomia e bem-estar.

O nefrologista, antes de ser um médico capaz de tratar doenças graves, é um parceiro do paciente na prevenção. Não espere sentir a dor para então buscar a ajuda de um nefrologista. Se você tem diabetes, pressão alta, histórico na família ou apenas pegou um exame de rotina com alterações, a hora de agir é agora. O seu corpo está dando os sinais. Não ignore.

Traga seus exames, suas dúvidas e seus receios. Em nosso consultório, você encontrará um atendimento ético, humano e totalmente focado em entender você como um todo, respeitando a sua individualidade.

Se você busca um nefrologista em Campinas para cuidar da sua saúde com segurança e excelência, nós estamos prontos para receber você. [Clique aqui e converse agora com a nossa secretária pelo WhatsApp para agendar a sua avaliação.]

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